Nem todo produtor rural está contribuindo da forma correta para o INSS — e isso pode custar caro no futuro.
Muitos acreditam que basta “pagar um carnê de vez em quando” ou usar a nota fiscal rural para garantir a aposentadoria. Mas na prática, o cenário é mais complexo.
Se você é segurado especial (como pequenos produtores que trabalham em regime de economia familiar), há regras específicas. Já quem é empregador rural, arrendatário ou possui atividade paralela à produção (como comércio ou agroindústria), muitas vezes precisa contribuir como contribuinte individual.
E mais:
- Está emitindo nota fiscal no seu nome?
- Tem funcionários registrados na propriedade?
- Declara imposto de renda como produtor?
- Já pagou GPS em algum momento, mas parou?
Cada uma dessas situações pode alterar a forma como o INSS vai enxergar sua atividade — e isso afeta diretamente o seu direito à aposentadoria e o valor do benefício.
O problema é que muitos só descobrem os erros quando têm o pedido negado ou recebem um valor muito abaixo do esperado.
Se você vive do campo, mas quer ter segurança no futuro, vale a pena revisar sua situação previdenciária agora.
Fale com um advogado especialista antes de fazer o pedido ou antes que o INSS questione sua condição de segurado.