Nem todo produtor rural está contribuindo da forma correta para o INSS — e isso pode custar caro no futuro.

Muitos acreditam que basta “pagar um carnê de vez em quando” ou usar a nota fiscal rural para garantir a aposentadoria. Mas na prática, o cenário é mais complexo.

Se você é segurado especial (como pequenos produtores que trabalham em regime de economia familiar), há regras específicas. Já quem é empregador rural, arrendatário ou possui atividade paralela à produção (como comércio ou agroindústria), muitas vezes precisa contribuir como contribuinte individual.

E mais:

Cada uma dessas situações pode alterar a forma como o INSS vai enxergar sua atividade — e isso afeta diretamente o seu direito à aposentadoria e o valor do benefício.

O problema é que muitos só descobrem os erros quando têm o pedido negado ou recebem um valor muito abaixo do esperado.

Se você vive do campo, mas quer ter segurança no futuro, vale a pena revisar sua situação previdenciária agora.

Fale com um advogado especialista antes de fazer o pedido ou antes que o INSS questione sua condição de segurado.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Escritório especializado em Direito Previdenciário e Imobiliário, com atendimento presencial em Passo Fundo e região, e consultorias online para todo o Brasil. Atuação com conhecimento técnico e visão estratégica de quem já esteve dentro do INSS e domina a lógica do sistema jurídico.

E-mail

assessoria.jane@gmail.com

Endereço

Rua Sete de Setembro, 680 Centro Lagoa Vermelha/RS CEP 95300-000